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O EXPOENTE MÁXIMO DO CASTELÃO FRANCÊS

Era, naturalmente, da responsabilidade da José Maria da Fonseca apresentar um vinho a partir da principal casta tinta da Península de Setúbal. Eis o excelente resultado.

2014-01-26

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A história do Periquita remonta ao início da própria história da José Maria da Fonseca, quando o fundador da empresa, o Senhor José Maria da Fonseca comprou, por volta de 1846, a propriedade Cova da Periquita. Foi nessa propriedade, hoje em dia quase engolida pelo desenvolvimento urbano, que José Maria da Fonseca plantou as primeiras uvas da casta Castelão, que ele próprio havia trazido da província do Ribatejo.

O vinho produzido na Cova da Periquita desde logo provou ser o melhor da região dando origem a que os outros proprietários pedissem a José Maria da Fonseca varas daquela casta para plantarem nas suas próprias propriedades. Desta forma, o vinho tornou-se conhecido em Azeitão como o vinho da Periquita, passando a ser comercializado pela José Maria da Fonseca como Periquita.

Este vinho é a homenagem de Domingos Soares Franco ao feliz encontro entre casta e região, proporcionado pelo fundador desta empresa. Para o Periquita Superyor 2009 este Castelão Francês de Vinhas Velhas, foi pisado a pés tendo estagiado 22 meses em barricas novas de carvalho francês.

Domingos Soares Franco, enólogo e vice-presidente, é o mais novo dos dois representantes da sexta geração da família que gere a José Maria da Fonseca. Estudou em Davis, na Califórnia e começou a trabalhar na José Maria da Fonseca nos anos 80. Desde então, tem introduzido inúmeras alterações nos vinhos produzidos por esta empresa, tornando-se um dos mais inovadores enólogos da nova geração em Portugal.
 
                                        PIRIQUITA SUPERYOR 2009

                             Pontuação jornaldevinhos.com: 17,5 pts (0-20)

Classificação: Vinho Regional Região: Península de Setúbal Área de Vinha:5 ha

Castas: Castelão (100%)

Tipo de Solo: Arenoso

Produção: 2200 litros Notas de Prova:

Cor: Ruby com laivos avermelhados

Aroma: Frutos azuis (amoras, framboesas), violetas, menta,vespeciarias, alfazema, madeira suave e integrada

Paladar: Frutado, suave, estrutura firme, taninos presentes mas suaves

Final de prova: Longo

Vinificação: Fermentado em lagares de 3.000 kg, com algum engaço, a 28C.

Envelhecimento
: 22 meses em cascos novos de carvalho Francês.

Engarrafamento
: Julho 2013

Teor de Álcool    13.6%
Acidez Total    5.6 g/l ácido tartárico
Ph: 3.55

Modo de Servir: Servir a uma temperatura de 14C; consumir a uma temperatura de 17C, como acompanhamento de pratos de carne e queijos.
Conservação em cave Particular: Garrafa deitada a uma temperatura de 12C e humidade de 60%
Longevidade Prevista: 15 anos após o engarrafamento

 

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